Archive for the ‘ Uncategorized ’ Category

Lista das companhias aéreas mais seguras do mundo


Imagem

A TAP foi considerada a segunda companhia de aviação mais segura da Europa e sétima companhia mais segura do mundo em 2012 pelo centro de investigação JACDEC – Jet Airliner Crash Data Evaluation Centre – que acompanha todos os acidentes aéreos que ocorrem a nível global e que anualmente publica o ranking das transportadoras que oferecem mais segurança aos viajantes.
Na Europa, só a finlandesa Finnair ficou à frente da companhia aérea portuguesa. Curiosamente, esta empresa faz as ações de grande manutenção dos seus aviões na TAP Manutenção & Engenharia. Esta empresa lidera pelo segundo ano consecutivo a lista das empresas mais seguras do mundo.
A companhia portuguesa ficou à frente de companhias como a British Airways (10.ª), Lufthansa (11.ª), KLM (27.ª), United/Continental (31.ª), Ryanair (32.ª), Air France (41.ª), Iberia (49.ª), Turkish (54.ª), etc. A transportadora aérea nacional (detida a 100% pelo Estado) caiu três lugares face a 2011, ano em que ocupava a quarta posição.
A companhia portuguesa baixou em relação a 2011 apenas devido ao envelhecimento em um ano de idade da média da sua frota, já que nenhum avião foi adicionado à sua rede em 2012. De relembrar, que o nível de “envelhecimento” da frota TAP se deve em grande parte aos 4 Airbus A340 (ao serviço da TAP desde 1994), e aos 6 Fokkers 100 da ex-PGA Portugália Airlines (ao serviço da PGA desde 1990). Exceptuando estes dois casos particulares, a restante frota da TAP tem uma idade média mais recente em comparação com a líder mundial Finnair. 
O último acidente da Finnair ocorreu em 1963, matando 22 passageiros e toda a tripulação que seguia a bordo do DC-3 da companhia finlandesa. O último acidente da TAP aconteceu em 1977, na Madeira, tendo resultado na morte de 131 pessoas.
De notar que as brasileiras TAM e Gol estão no fim da lista, classificadas em 59.º lugar e 57.ª posição, respectivamente. A TAM, que há três anos perdeu uma aeronave num acidente em que morreram 199 pessoas, o mais grave da história da companhia, deixou o último lugar para a China Airlines (Taiwan) com oito perdas de aviões desde 1983 e 755 vítimas.
Na contabilização de acidentes com mortes e perdas materiais, houve uma ligeira melhoria em relação ao ano passado: menos duas pessoas (496 mortes) e menos um avião perdido, num total de 44 acidentes com destruição de aeronave.
O ranking anual elaborado pela JACDEC baseia-se em cálculos de segurança de voo que incluem todos os acidentes e incidentes registados pelas companhias nos últimos 30 anos.

RANKING 2012 COMPLETO:

1 Finnair
2 Air New Zealand
3 Cathay Pacific
4 Emirates
5 Etihad Airways
6 EVA Air
7 TAP Portugal
8 Hainan Airlines
9 Virgin Australia
10 British Airways
11 Lufthansa
12 All Nippon Airways
13 Qantas
14 JetBlue Airways
15 Virgin Atlantic Airways
16 Transaero Airlines
17 EasyJet
18 Thomas Cook Airlines
19 WestJet
20 Jetstar Airways
21 Southwest Airlines
22 Qatar Airways
23 Air Berlin
24 EL AL NEU
25 Air Canada
26 Thomsonfly
27 KLM
28 Delta Air Lines
29 AirAsia
30 Singapore Airlines
31 United/Continental Airlines
32 Ryanair
33 Swiss
34 Condor
35 Malaysia Airlines
36 China Eastern Airlines
37 Jet Airways
38 Alitalia
39 Aeroflot Russian Airlines
40 LAN Airlines
41 Air France
42 American Airlines
43 Air China
44 US Airways
45 Alaska Airlines
46 Asiana
47 Japan Airlines
48 China Southern Airlines
49 Iberia
50 SAS Scandinavian Airlines
51 SkyWest Airlines
52 South African Airways
53 Thai Airways International
54 Turkish Airlines
55 Saudia
56 Korean Air
57 GOL Transportes Aéreos
58 Air India
59 TAM Airlines
60 China Airlines

As coisas que aprendi na vida


VIDA...

Aprendi que não importa o quanto eu me importe, algumas pessoas simplesmente não se importam. 

Aprendi que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-me de vez em quando. Mas eu preciso perdoá-la por isto.

Aprendi que falar pode aliviar as minhas dores emocionais.

Aprendi que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la.

Aprendi que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias.

Aprendi que eu posso fazer, em instantes, coisas das quais me arrependerei pelo resto da vida

Aprendi que o que importa não é o que eu tenho na vida, mas quem eu tenho na vida.

Aprendi que os membros de minha família são os amigos que não me permitiram escolher.

Aprendi que não tenho que mudar de amigos, e, sim, compreender que os amigos mudam.

Aprendi que as pessoas com quem eu mais me importava na vida me foram tomadas muito depressa.

Aprendi que devo deixar sempre as pessoas que amo com palavras amorosas. Pode ser a última vez que as vejo.

Aprendi que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre mim, mas eu sou responsável por mim mesmo.

Aprendi que não devo me comparar aos outros, mas com o melhor que posso fazer.

Aprendi que não importa até onde eu chegue, mas para onde estou indo.

Aprendi que não importa quão delicado e frágil seja algo, sempre existem dois lados.

Aprendi que vou levar muito tempo para eu me tornar a pessoa que quero ser.

Aprendi que eu posso ir mais longe depois de pensar que não posso mais.

Aprendi que ou eu controlo meus actos ou eles me controlarão.

Aprendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário, enfrentando as conseqüências.

Aprendi que ter paciência requer muita prática.

Aprendi que existem pessoas que me amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.

Aprendi que o meu melhor amigo e eu podemos fazer muitas coisas, ou nada, e termos bons momentos juntos.

Aprendi que a pessoa que eu espero que me pise, quando eu estiver caído, é uma das poucas que me ajudarão a levantar.

Aprendi que há mais dos meus pais em mim do que eu supunha.

Aprendi que quando estou com raiva, tenho direito de estar com raiva. Mas isto não me dá o direito de ser cruel.

Aprendi que só porque alguém não me ama do jeito que eu quero não significa que esse alguém não me ame com tudo o que pode.

Aprendi que a maturidade tem mais a ver com os tipo de experiências que eu tive, e o que aprendi com elas, do que com quantos aniversários já celebrei.

Aprendi que nunca devo dizer a uma criança que sonhos são bobagens, ou que estão fora de cogitação. Poucas coisas são mais humilhantes, e seria uma tragédia se ela acreditasse em mim.

Aprendi que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, tenho que aprender a perdoar a mim mesmo.

Aprendi que não importa em quantos pedaços meu coração foi partido. O mundo não pára para que eu o conserte.

Apenas aprendi…

As coisas que aprendi na vida!

 

A VIDA....

 

 

Câmara da Guarda afastou José Sócrates da direcção de obras nos anos 90 e repreendeu-o por desleixo profissional


Moradia em Faia foi construída sob a responsabilidade de Sócrates seis metros para lá do local aprovado

Duas repreensões por unanimidade, ameaças de sanções legais e severas críticas dos serviços camarários foram o resultado dos últimos anos da actividade de José Sócrates como projectista de edifícios na Guarda, entre 1987 e 1991.

José Sócrates foi afastado pela Câmara da Guarda, em 1990 e 1991, da direcção técnica de obras particulares de cujos projectos era autor, depois de ter sido várias vezes advertido por causa da falta de qualidade dos seus projectos e da falta de acompanhamento das obras – chegando a ser ameaçado com sanções disciplinares. Num dos casos, a saída de cena do então engenheiro técnico, que era deputado em regime de dedicação exclusiva há mais de dois anos, foi imposta pela autarquia socialista como condição para o desembargo da obra que projectara e dirigia.

No conjunto de 26 processos de licenciamento encontrados pelo PÚBLICO, no Arquivo Municipal da Guarda, em que Sócrates esteve envolvido como projectista e responsável de obra entre 1987 e o final de 1990, em acumulação com a actividade de deputado num período em que era presidente da Federação do PS de Castelo Branco, avultam três em que o seu nome foi substituído na direcção dos trabalhos sem que ele ou o dono da obra o tenham requerido.

Em dois destes casos o actual primeiro-ministro foi substituído por outros técnicos depois de ter sido repreendido por escrito pelo então presidente da câmara, Abílio Curto – que mais tarde veio a cumprir uma pena de prisão pelo crime de corrupção. As repreensões em causa foram enviadas pelo correio a José Sócrates, na sequência das deliberações camarárias, aprovadas por unanimidade, que o admoestaram pelo “pouco cuidado posto na elaboração do projecto” (1987) e pela “falta de fiscalização das obras de que é autor dos projectos devendo fiscalizá-las rigorosamente” (1990).

No primeiro deixou a obra no final de 1988 sem que se perceba porquê, não havendo no processo nenhum elemento que permita esclarecê-lo nem saber de quem partiu a iniciativa. Já no segundo, o seu afastamento resultou de uma imposição camarária cujo fundamento e objectivo também não consta do processo.

Anteriormente às advertências aprovadas pelo executivo já alguns técnicos camarários tinham subscrito diversas críticas à falta de cumprimento dos regulamentos em vigor por parte daquele projectista, nestes e noutros processos, redigidas em termos mais severos do que as deliberações do executivo.

Na terceira obra de cuja direcção Sócrates foi excluído, já em 1991, ano em que se tornou porta-voz do PS para a área do Ambiente e membro do secretariado nacional do partido, o seu afastamento foi também determinado por despacho camarário, mais uma vez sem que se perceba a razão e sem que no processo da obra existam quaisquer reparos ao seu trabalho.

Quanto à informação que deu origem à primeira das repreensões aprovadas pela câmara, o então chefe da repartição técnica da autarquia, já falecido, escreveu textualmente: “O senhor eng. técnico José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa foi já advertido pelo pouco cuidado que manifesta na apresentação dos trabalhos apresentados nesta câmara municipal e continua a proceder de igual forma, sem o mínimo respeito por ela e pelos seus técnicos (…) Deverão solicitar-se mais uma vez os elementos nas devidas condições e adverti-lo que não se aceitarão mais casos idênticos, sob pena de procedimento legal.” A informação conclui, observando que se Sócrates “não pode ou não tem tempo de se deslocar à Guarda para fazer os trabalhos como deve ser só tem um caminho que é não os apresentar.”

Em causa estava um projecto de 1987 em que nalgumas peças se falava na construção de uma moradia a construir na Quinta dos Bentos, na Guarda, e noutras se falava em duas moradias geminadas. Por outro lado, as plantas apresentadas e assinadas pelo projectista não indicavam sequer o local da obra a construir.

No segundo processo em que foi advertido pela vereação tratava-se de uma moradia a erguer em Sequeira, junto à Guarda, em que a repartição técnica da câmara emitiu informações desfavoráveis ao projecto e às suas posteriores alterações, qualificando algumas delas como “um absurdo”. Face à insistência do proprietário e do projectista, a mesma repartição propôs, em Março de 1990, e Abílio Curto concordou, que “deve alertar-se o requerente de que se porventura estiver em obra a executar estas alterações se sujeita a um processo de coimas e o técnico a ser chamado à responsabilidade”.

Apesar desta ameaça, as alterações indeferidas foram construídas sem que o responsável pela obra se opusesse, o que levou uma das arquitectas da repartição, também já falecida, a propor a demolição da ampliação ilegal da moradia e a escrever que “o técnico deve ser chamado à responsabilidade (o que não será a primeira vez, aliás) e deve ser seriamente alertado, pois, como deputado na Assembleia da República e residente na Covilhã, não vejo como poderá visitar as obras que dirige – o que, à luz do novo decreto 19/90, lhe poderá vir a acarretar uma pena de suspensão por falta de assistência às obras e de assinatura da folha de obra”.

Paralelamente a construção foi embargada, a parte ilegal foi demolida pelo proprietário, e a câmara, em ofício assinado por Abílio Curto em Dezembro de 1990, notificou o proprietário, sem qualquer justificação, “para apresentar novo termo de responsabilidade [leia-se: de outro técnico] após o que se procederá ao desembargo da obra” – tal como aconteceu de imediato.

Num terceiro processo, relativo à construção de uma moradia na aldeia de Cavadoude, cujo projecto e direcção de obra têm o nome José Sócrates, não se encontra qualquer crítica ao seu trabalho, mas um despacho de um responsável camarário datado de Janeiro de 1991 determina, também sem qualquer fundamentação, que “é necessário notificar o requerente de que é preciso a declaração de responsabilidade de outro técnico”.

Passos Coelho e o dilema das eleições antecipadas


No rescaldo da noite de eleições para a liderança do PSD, o politólogo Diogo Moreira admite que, se as próximas sondagens favorecerem o novo líder social-democrata Pedro Passos Coelho, o partido poderá pressioná-lo para provocar eleições antecipadas e assim regressar ao poder.

já falta menos de um mês para o Presidente da República, Cavaco Silva, poder fazer uso do seu poder para dissolver o Parlamento, forçando a convocação de eleições antecipadas.

E com a possibilidade em aberto até Setembro (data em que se inicia a contagem para as eleições presidenciais), o PSD quer preparar-se para qualquer cenário – agora com novo líder.

A força das sondagens

Para o politólogo Diogo Moreira, o futuro de Pedro Passos Coelho poderá ser condicionado pelo próprio rumo das sondagens: ‘se as sondagens favorecerem Passos Coelho, começará a haver uma pressão interna para provocar eleições antecipadas’.

E a proposta de uma moção de censura ao Governo pode mesmo ‘ser acelerada’, não só se os números revelarem uma vantagem dos social-democratas, como também se, por exemplo, a Comissão de Inquérito ao negócio PT/TVI conseguir provar que o primeiro-ministro mentiu ao Parlamento, quando assegurou que não tinha conhecimento do negócio.

Perguntamos ao politólogo: ‘mas há motivos para o Governo socialista recear Passos Coelho?’. ‘Uma ameaça para José Sócrates, ele [Pedro Passos Coelho] será sempre’, responde Diogo Moreira.

Enterrar machados de guerra

Longe vão os tempos em que, sendo Pedro Passos Coelho líder da Juventude Social-Democrata e Cavaco Silva primeiro-ministro, os dois se envolveram em confrontos de ideias que embaraçaram o partido.

Mas hoje, com Cavaco Silva em Belém e Passos Coelho a liderar o maior partido da oposição, Diogo Moreira assegura que ambos ‘estão obrigados a entender-se’.

‘Passos Coelho não seria a pessoa que Cavaco Silva mais gostaria de ver à frente do PSD’, assegura o politólogo. Contudo, a menos de um ano de eleições presidenciais, Passos Coelho apoiará inequivocamente Cavaco Silva caso este deseje formalizar a sua (provável) recandidatura à Presidência da República.

Os dias que se seguem

Tal como Passos Coelho assegurava no discurso de vitória ontem à noite, o PSD vai agora empenhar-se na preparação do próximo congresso social-democrata, agendado para os dias 10 e 11 de Abril em Cascais.

Nessa altura, serão eleitos os novos órgãos nacionais do partido, que acompanharão o novo líder na direcção dos social-democratas.

Para Diogo Moreira, esse momento será decisivo para Pedro Passos Coelho mostrar ‘que controla o partido’, que o partido está unido em seu redor. Mas, para o politólogo, o derradeiro teste à união do partido serão, uma vez mais, as sondagens.

‘O que traz a pacificação aos partidos políticos? A perspectiva de poder. Se as sondagens mostrarem que o PSD poderá voltar facilmente ao Governo e que Pedro Passos Coelho será o próximo primeiro-ministro, o Partido irá acalmar-se. Mas se isso não acontecer, a situação do PSD pode voltar a agudizar-se, no que toca aos conflitos internos’, entende Diogo Moreira.

Pedro Passos Coelho


Pedro Passos Coelho é o novo líder do PSD. “O PSD tem agora uma liderança inequívoca”, afirmou no discurso de vitória. E assim que teve a certeza a primeira coisa que fez foi telefonar a Paulo Rangel e a Aguiar-Branco a dizer que conta com eles. Unidade é agora a sua palavra de ordem e a “primeira missão” para “um partido grande que volta a renascer”.


Para guardar camião, indiano cava túnel durante 14 anos


Montanha escavada

Durante 14 anos, um  indiano usou um martelo, uma pá, e um escopro para dar forma a um túnel através de uma montanha rochosa, e assim puder estacionar seu camião junto a sua casa.

“Não conseguia estacionar o meu camião perto da minha casa porque a montanha estava a bloquear a estrada”, disse ele à Reuters. Ramchandra Das, de 53 anos, que mora no distrito de Gaya, no estado de Bihar disse que  o medo que tinha de que fosse roubado o seu camião motivou-o a trabalhar no túnel sozinho quando as autoridades se recusaram a ajudar.

Ramchandra disse que pediu ajuda ao governo. Como não teve apoio, partiu sozinho para a empreitada.

“Eu tinha que deixar sempre meu camião a quase 5 km de distancia de onde moro, por isso decidi fazer algo para mudar a situação”, disse ele Numa entrevista telefónica.

Os moradores locais, que antes caminhavam quilómetros para chegarem aos seus terrenos, (“antes, era preciso contornar a montanha”) agora usam o túnel de 4,2 metros de largura como atalho até as fazendas nos arredores da cidade.

Ramchandra Das é elogiado pelo seu trabalho. “Raramente encontramos um homem capaz de trabalhar tão duro para conseguir seu objetivo”, disse Prabhat Kumar Jha, um funcionário do governo local.

O governo elogiou o trabalho do indiano – mas não prometeu pagamento pelo trabalho, estrada nova, ou transporte público para a região.

KOALA SAM


koala sobrevivente de incêndio na Austrália perde luta pela vida.

KOALA SAM

SYDNEY – Sam, o koala que conquistou corações ao redor do mundo quando foi divulgado um vídeo na internet do seu resgate no meio de um incêndio florestal na Austrália em Fevereiro de 2009, morreu após perder uma segunda batalha pela sobrevivência.

O Koala gravemente ferido, que foi filmado bebendo uma garrafa de água de um bombeiro voluntário, tornou-se um símbolo de esperança dos sobreviventes do pior incêndio florestal ocorrido na Austrália, que matou cerca de 173 pessoas e destruiu mais de duas mil moradias, deixando 7.500 pessoas sem casa.

Mas apenas alguns meses depois de seu resgate do incêndio no Estado de Vitória, foi diagnosticado a Sam um cisto relacionado à doença clamídia, que tem devastado a população de Koalas na Austrália.

O Koala, de 4 anos, passou por uma cirurgia para remover os cistos, mas John Butler, da clínica veterinária de Morwell, descobriu que Sam tinha sérias alteração na sua urina e no aparelho reprodutor que não davam para ser operadas.

“Infelizmente Sam teve de ser sacrificado. É muito, muito triste”, disse à Reuters Peita Elkhorne, do escritório de advocacia TressCox, em nome do Abrigo de Animais Selvagens do Sul.

“Foi tão grave que não havia possibilidade de controlar a sua dor”.

A doença clamídia afecta 50% da população de Koalas da Austrália, apesar de não ser de conhecimento geral sobre como os Koalas são infectados pela bactéria.