Archive for the ‘ DESPORTO ’ Category

Ronald Reagan (06-02-1911/05-06-2004)


RONALD REAGAN

Ronald Reagan foi o porta-voz do governo limitado mais eloquente dos nossos tempos. Ao longo de 25 anos de incansavelmente “levantar uma bandeira não de cores pálidas, mas de cores vivas” de princípios políticos, ele obteve sucesso em mudar o clima da opinião nos Estados Unidos e ao redor do mundo.

Desde a sua primeira aparição na cena política nacional dos Estados Unidos em 1964, ele falou em favor dos valores que defendeu no seu discurso de tomada de posse como o 40.º presidente dos Estados Unidos da America. Para muitos o reponsavel maximo por vivermos no mundo livre actual.

Ronald Reagan nasceu, a 06 de Fevereiro de 1911 em Tampico, Illinois. Frequentou o Liceu de Dixon, trabalhou para custear os seus estudos na Eureka College, na qual frequentou os cursos de economia e sociologia,  jogou na equipa de futebol americano da universidade, e também actuou nas peças de teatro da escola.

Após se formar, ele tornou-se locutor desportivo de rádio. Um casting em 1937 lhe valeu um contrato em Hollywood. Ao longo dos 20 anos seguintes ele participou em 53 filmes.

Do seu primeiro casamento com a actriz Jane Wyman, ele teve 2 filhos,  Maureen and Michael Reagan. Maureen morreu de cancro em 2001. Em 1952 ele voltou a casar, desta vez com a também actriz  Nancy Davis, de quem teve outros 2 filhos,  Patricia Ann and Ronald Prescott Reagan.

Como presidente do Sindicato dos Actores, Reagan envolveu-se nas disputas em torno da questão do comunismo na indústria cinematográfica. As suas políticas passaram de liberais a conservadoras, e ele tornou-se  porta-voz do conservadorismo na televisão, foi eleito governador da Califórnia em 1966 com uma margem de um milhão de votos e foi reeleito em 1970.

Reagan conquistou a indicação à presidência pelo Partido Republicano em 1980, e escolheu para seu vice presidente o congressista Texano e embaixador das Nações Unidas George Walker Bush (Sénior). Os eleitores, incomodados com a inflação e com os americanos mantidos há um ano como reféns no Irão, conduziram-no à Casa Branca.

A 20 de Janeiro de 1981 Ronald Reagan Toma posse como o 40.º presidente dos Estados Unidos da América. apenas 69 dias depois ele sofre um atentado contra a sua vida onde felizmente para todos nós… apenas sofre ferimentos dos quais consegue rucuperar rápidamente. A sua força, inteligência e graciosidade com que lidou com este perigoso acidente valeram lhe o seu pique de popularidade.

Lidando habilmente com o Congresso, Reagan conseguiu uma legislação para corte de impostos, estimulou o crescimento econômico, conteve a inflação, aumentou o emprego e fortaleceu a defesa nacional. Mesmo quando o fortalecimento das forças de defesa levaram a um grande défice, ele recusou-se a desviar do curso.

A renovação da autoconfiança nacional em 1984 ajudou o seu governo a conquistar a reeleição. Em 1986, Reagan conseguiu uma reformulação do imposto de renda. No final de seu governo, o país estava desfrutando do período mais longo de prosperidade registrado em tempos de paz.

Na política externa, a gestão de Reagan ficou marcada pelo escândalo “Irão-Contras”. Descobriu-se que funcionários do alto escalão do governo vendiam armas ilegalmente para o Irão e usavam o dinheiro para frinanciar os rebeldes anti-sandinistas da Nicarágua. Investigações apontaram que o general Oliver North estava por trás do esquema, do qual Reagan tinha conhecimento.

Reagan buscou estabilidade internacional por meio do polêmico projeto “paz pela força”. Em encontros com o líder soviético Mikhail Gorbachev, ele negociou um tratado que eliminou os mísseis nucleares de alcance médio. Reagan declarou guerra contra o terrorismo internacional, enviando bombardeiros americanos contra a Líbia, após se confirmar o envolvimento daquele país em um ataque contra soldados americanos num clube nocturno de Berlim Ocidental.

Ao ordenar escoltas navais no Golfo Pérsico, ele manteve o fluxo livre de petróleo durante a guerra Irão-Iraque. Seguindo a Doutrina Reagan, apoiou as revoltas anticomunistas na América Central, na Ásia e na África.

Em geral, os anos Reagan viram a restauração da prosperidade, e da paz mundial. Ele deixou o governo dos Estados Unidos da América no final do seu 2.º mandato presidencial em 1989, retirando-se para o seu rancho na Califórnia.

Em novembro de 1994, Reagan anunciou ao povo americano que sofria da doença de Alzheimer, uma doença progressiva e degenerativa que compromete o cérebro. Depois do anúncio, sua filha mais velha, Maureen Reagan, do seu primeiro casamento com Jane Wyman Reagan, tornou-se porta-voz da Associação de Alzheimer.

Ronald wilson Reagan, morreu a 05 de junho de 2004 na califórnia, o seu corpo encontra-se sepultado na biblioteca presidencial Ronald Reagon na 40 Presidential Drive Simi Valley, CA 93065 California, EUA.

Assim dou por terminado este artigo, uma pequena omenagem da minha minha parte, para com o Homem que permitiu que eu crescesse e vivesse num mundo livre e na sua maior parte em democracia, quando passam exactamente 7 anos do seu desparecimento fisico.

Quem não conhece o famoso discurso  de Ronald Reagan nas portas de Berlim em 1987: General Secretary Gorbachev, if you seek peace, if you seek prosperity for the Soviet Union and eastern Europe, if you seek liberalization, come here to this gate. Mr. Gorbachev, open this gate. Mr. Gorbachev, Mr. Gorbachev, tear down this wall!

Artigo elaboarado por:

Paulo Coelho

Fonte: white House web page

MIKLOS FEHER


PORQUE NÃO TE ESQUECEMOS,
ESTE TITÚLO TAMBÉM É TEU!
“Nasceste chorando enquanto todos sorriam…
Morreste sorrindo enquanto todos choravam
“ETERNO MIKI

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BECOUSE WE WILL NEVER FORGET YOU
THIS CHAMPIONSHIP IS ALSO FOR YOU!
“You were born crying while everyone was smiling …
and you passed away smiling while everyone was cryin
“ETERNAL MIKI

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SPORT LISBOA & BENFICA CAMPEÃO


Emocionei-me com este video, chegaram-me as lágrimas aos olhos, meu deus, que clube, que hino ao futebol, isto vale mais que mil palavras, isto e a mistica é aquele sentimento aquela fé aquela alegria que ninguem sabe explicar que é SER BENFIQUISTA!!!

SPORT LISBOA & BENFICA O ETERNO GLORIOSO CAMPEÃO,
A PAIXÃO DE UMA NAÇÃO!

Vídeo motivação com o resumo da época e uma mensagem especial exclusiva à equipa do Benfica, visto no balneário …

Sport Lisboa & Benfica o eterno Glorioso,

O orgulho de uma Nação,

este nossso Benfica de Primeira,

único clube capaz de parar uma nação inteira,

o nosso Benfica o Campeão,

o orgulho nacional,

o orgulho de Portugal

a maior paixão de uma nação!

Benfica sagra-se campeão europeu de Futsal


Numa “batalha” que teve de ser resolvida com prolongamento, os encarnados foram mais fortes, tiveram coração e venceram o tricampeão europeu Interviú de Madrid. Festa perante 9400 espectadores que encheram o Pavilhão Atlântico.

Um Pavilhão Atlântico vestido de vermelho, numa réplica quase perfeita do Estádio da Luz, recebeu a final da UEFA Futsal Cup.

Começaram cautelosas as duas equipas. Ambas, Benfica e Interviú de Madrid apostavam em explorar o primeiro erro do adversário.

E foi Ricardinho a conseguir aproveitar esse primeiro deslize. O 10 encarnado aproveitou para servir Joel e no meio da confusão de pernas na área espanhola o avançado do Benfica não conseguiu melhor do que uma conclusão pela linha final.

Pertenceu a primeira ocasião, mas foi para os de Madrid o primeiro golo desta final. Arnaldo perdeu a bola no meio campo, Marquinho pegou na bola e depois de sentar Pedro Costa fez a conclusão.

O Benfica não se amedrontou e assumiu a iniciativa de jogo com Davi e César Paulo a disporem das melhores ocasiões.

Tanta as vezes o cântaro vai à fonte que um dia lá fica. Joel fartou-se de iniciativas sem resultado e aos 11’30, depois de tirar uma falta a Schumacher, recebeu de Ricardinho e apostou no remate de longe. Luís Amado limitou-se a ir buscar a bola às redes e a ver o placar alterar-se para 1-1.

O jogo entrou depois em nova fase muito morna, com excepção para algumas entradas duras de parte a parte e consequentes “escaramuças”.

Minuto e meio depois do reinício e o Benfica completou a “cambalhota” no marcador. Na sequência de um canto, César Paulo segura primeiro, dá depois de calcanhar e sem contemplações Arnaldo dispara para o 2-1.

Tinha de aguentar a pressão o Benfica, mas o Interviú respondeu rápido por Betão. Bébé saiu dos postes demasiado cedo e o brasileiro naturalizado espanhol aproveitou a fífia para repor a igualdade perante a baliza deserta.

Reagiu novamente o Benfica mas sem o acerto que se desejava. Obrigou o Interviú a remeter-se à defesa mas Joel por duas vezes, Davi e Arnaldo não conseguiram desfeitear Luís Amado. Imitou-os César Paulo, mas num lance mais vistoso em que de chapéu atirou a bola à barra.

Era o Benfica claramente por cima na partida, mas sem chegar ao golo, com cinco minutos para terminarem os 40 minutos regulamentares. Muito coração até final, com gritos nas bancadas, mas a final desta UEFA Futsal Cup teria mesmo de ser decidida com recurso a tempo extra.

E foi o Benfica que entrou mais determinado em fazer valer mais estes minutos para resolver a questão. Decorridos 3 minutos de tempo extra Davi recebeu no meio, deu dois passos em frente e disparou sem hipóteses para Luís Amado. Estava feito o 3-2.

O cronómetro avançou um minuto e por duas vezes os encarnados fizeram a bola bater com estrondo no poste direito da baliza madrilena. Primeiro César Paulo, depois Ricardinho, que num lance ainda mais impressionante segundos depois voltou a ver o ferro – desta vez a barra – devolver-lhe a bola que ele tão delicadamente picou sobre o guarda-redes espanhol.

Na segunda parte do prolongamento, o Benfica teve de saber sofrer para segurar a vantagem. O Interviú arriscou tudo com um guarda-redes avançado e o Benfica acantonou-se na protecção à baliza de Bebé.

Foi o bater de coração até ao fim para se gerar então a explosão por que o Atlântico esperava. Pela primeira vez na sua história e do Futsal português, o Benfica torna-se campeão europeu da modalidade.

E PORQUE NEM SÓ DE FUTEBOL VIVE O GLORIOSO “Benfica vence Interviú e conquista primeiro título europeu do futsal Portugues”


SPORT LISBOA & BENFICA

O Benfica conquistou hoje o primeiro título europeu de Futsal, depois de vencer na final da Taça UEFA os espanhóis do Interviú Madrid, por 3-2, após prolongamento.

A equipa portuguesa, que atuou no Pavilhão Atlântico, frente a 10.000 espetadores, vingou a derrota sofrida na final de 2004, em que o Interviú Madrid se superiorizou ao Benfica no conjunto de dois encontros.

O golo que deu a vitória foi obtido por Davi, aos 02 minutos do prolongamento, limitando-se depois o Benfica a defender a preciosa vantagem durante oito minutos de grande intensidade e emoção.

Com Luís Filipe Vieira, Jorge Jesus e Eusébio na tribuna presidencial, entre outros convidados, o Benfica viu-se em desvantagem aos 08 minutos (Marquinhos aproveitou perda de bola no meio campo), mas igualou numa insistência de Joel Queirós, aos 12 minutos.

O Benfica começou melhor o período complementar, com o 2-1 apontado por Arnaldo, depois de trabalho de César Paulo.

O Interviú Madrid voltou a imprimir um ritmo forte e, aos 25 minutos, restabeleceu a igualdade, com Betão a emendar com êxito.

Mas foi Joel Queirós que, aos 27 minutos, teve a oportunidade de desfazer o 2-2, não conseguindo aproveitar a defesa incompleta de Luís Amado.

No minuto seguinte, Bebé foi obrigado a enviar a bola para a área, Luís Amado voltou a não segurar a bola e Joel Queirós rematou, desta vez contra o corpo do guarda-redes espanhol.

Os “encarnados” galvanizaram-se e, a 09 minutos do final, Arnaldo, numa iniciativa individual, rematou à trave, de ângulo difícil.

Aos 25, César Paulo voltou a levar a bola a embater na trave, depois de um “chapéu” ao guarda-redes dos espanhóis.

O Benfica revelava-se mais acutilante, mas foi o Interviú que, nos últimos segundos, obrigou Bebé a duas defesas de recurso.

No prolongamento, a equipa de André Lima voltou a entrar bem e Davi, depois de intercetar a bola num passe para o centro do campo, fez 3-2, quando estavam decorridos apenas 02 minutos.

César Paulo, num rápido contra ataque, rematou ao poste, já o ambiente do Pavilhão Atlântico estava ao rubro.

Com o espanhol Neto como guarda-redes avançado, o Interviú Madrid instalou-se no meio campo do Benfica, procurando ultrapassar a barreira “encarnada” sem sucesso.

PABLO AIMAR ARRAZOU COM O sporting


PABLO AIMAR

O argentino esteve em dúvida e Jesus fez durar o bluff até à véspera do jogo. Mas Saviola não recuperou. O treinador não vacilou porque sabe que tem outro joker: também argentino e ainda mais frágil que “El Conejo”. E guardou-o. Aimar ficou no banco até ao intervalo e depois Jesus cedeu-lhe o palco no regresso das cabinas – começou aí o fim do Sporting e estendeu-se a passadeira do título para o Benfica.

Cardozo lesionou-se num lance com Carriço e foi assistido. Pediu para sair. Jesus aguentou-o em campo mas fez aquecer Kardec. Faltava menos de meia hora para o final e o empate ameaçava estender-se. O paraguaio respirou fundo e permaneceu, ainda mais estático do que tinha sido até aí – e foi crucial. Ter ficado quieto na pequena área permitiu-lhe dar uso ao seu letal pé esquerdo, depois do remate falhado de Coentrão. A Luz explodiu com o 21.º golo do avançado, que lhe permite ainda ultrapassar Falcao na lista dos melhores marcadores, e a vitória estava ao alcance depois do susto na hora inicial.

Porque foi o Sporting a entrar melhor. Carvalhal, que completou uma volta à frente dos “leões”, não inventou na táctica nem na equipa, colocou aquela que era anunciada. E venceu a primeira batalha a Jesus: com pressão alta, o futebol do Benfica, mandão quando joga em casa – alcançou nesta terça-feira a 12.ª vitória na Luz em 13 jogos – não apareceu. Estava aos soluços e obrigava David Luiz a arriscar (num desses lances perdeu para João Pereira, que falhou isolado). Os adeptos estranharam e o “leão” aproximou-se muito de Quim, mas apesar de mais ataques, mais cantos e mais remates, chegou ao intervalo sem golos.

Depois entrou Aimar. O argentino substituiu a aposta inicial (falhada) de Jesus – Éder Luís nem se viu. E o futebol na Luz mudou. Após uma entrada de carrinho a destempo, o árbitro perdoou a expulsão a Luisão, a única mancha na segunda parte quase perfeita dos “encarnados”, e nada conseguiu parar a avalancha de ataques, só aqui e ali interrompidos com tímidos contra-ataques do adversário, decapitado pelo mau jogo de Liedson e pela falta de acompanhamento de Djaló e João Pereira, que fez de extremo.

Com mais espaço para Di María, que não aceitou o palco, e liberdade para Aimar, o Sporting foi sendo empurrado para a sua área. Caiu com o golo de Cardozo (aos 68 minutos) e desapareceu de vez com o slalom de Aimar, que só terminou com o estádio a seus pés. Faltavam 15 minutos e estava tudo feito. Estava encontrado o vencedor, o herói e a vítima.

Quase 60 mil benfiquistas faziam a festa. Mas Jorge Jesus queria mais. Virou-se para o público a pedir mais. Mais voz, mais apoio. Porque após os golos, o vulcão deitou todo o seu temor para fora e explodiu. São sete vitórias consecutivas na Liga e a eliminação a meio da semana em Liverpool como que deixou de causar mossa. Agora, é um Benfica com uma só missão e de braço dado com os números que lhe são favoráveis.

A estatística não só se manteve inalterada no seu curso, como ainda aumentou mais uns pontos a favor do Benfica, que não só dispõe agora de 26 pontos de diferença para o Sporting – a segunda maior de sempre – como está a sete pontos do título. E se a história seguir o seu caminho sem percalços, os “encarnados” serão mesmo campeões: nos 31 títulos que as “águias” têm no currículo, só perderam um derby no Estádio da Luz…

Sonho europeu enterrado em Anfield Road


O Benfica bebeu do veneno que tantas vezes deu a provar aos seus rivais esta época e disse ontem á noite adeus à Liga Europa, em Liverpool.

Depois de, no primeiro jogo, conseguir virar o resultado a seu favor para 2-1, uma vez que o Liverpool marcou primeiro, a formação encarnada sofreu na cidade dos Beatles a primeira goleada da época, por 4-1, e ficou pelo caminho com a sensação de que poderia ter ido mais longe.

Preocupado com o cansaço físico da sua equipa, mas também com a altura dos ingleses, Jesus fez três alterações no sector defensivo que habitualmente jogava na Europa, e o resultado ficou aquém do que certamente esperava.

Titular na lateral direita, em detrimento de Maxi Pereira, Rúben Amorim não emprestou a profundidade ao alcance do uruguaio; substituto de Fábio Coentrão, Sidnei jogou no meio e não teve pernas para as correrias loucas de Fernando Torres; desviado para a esquerda, David Luiz fez um dos jogos mais infelizes da época e acabou por estar ligado ao golo que tudo sentenciou.

‘Cheirou’ a Bayern

Em vantagem na eliminatória, o Benfica entrou em campo a dominar as operações, mas sem conseguir ganhar espaço perto da baliza de Reina. Mas a primeira vez que o Liverpool criou perigo resultou em golo: Gerrard cobrou um canto da esquerda e Kuyt correspondeu de cabeça, batendo um passivo Júlio César, na pequena área.

Na verdade, embora legal, o lance chegou a ser invalidado pelo árbitro auxiliar, mas o juíz holandês Bjorn Kuipers rectificou a decisão. 1-0.

O segundo golo chegou pouco depois: novamente Gerrard a lançar um colega para a pista do golo – Lucas, no caso – e a bola acabaria nas redes. O brasileiro iludiu a “mancha” de Júlio César e não perdoou.

Chegou o intervalo com o Benfica a precisar de marcar para igualar a contenda, mas foi Torres, num contra-ataque de livro, que fez o terceiro a passe de Kuyt. A qualificação parecia certa. Anfield Road festejava.

Apareceu depois Cardozo aos 68 minutos, à bomba, de pontapé-livre, e as meias-finais ficaram à distância de um golo que o próprio paraguaio esteve perto de conseguir, novamente de livre.

Com algum tempo ainda por jogar, abria-se no horizonte do Benfica a hipótese de imitar o que o Bayern fizera em Manchester, na véspera, recuperando de uma desvantagem de três golos para, com dois devolvidos aos red devils, seguir em prova na Champions fruto do 2-1 em Munique.

Mas seria novamente o talentoso Torres, quando o Benfica arriscava tudo para conseguir o segundo golo – David Luiz levou essa ideia demasiado à letra -, a conseguir o quarto golo, e sentenciou a discussão pelo acesso às meias finais.