JOSÉ FRÈCHES


As séries A Imperatriz da Seda e Le Disque de Jade (mais de um milhão de exemplares vendidos no mundo inteiro) consagraram José Frèches como o grande romancista da China Antiga. José Frèches licenciou-se em História de Arte, em Língua e Cultura Chinesas e fez o mestrado em História. Em 1971, aos 21 anos, foi conservador da secção de Arte Chinesa do Museu Guimet. O seu percurso profissional conduziu-o então ao desempenho do cargo de mestre de conferências na École du Louvre e depois ao Museu Grenoble. Foi ainda responsável pela primeira Bienal de Arte Chinesa Contemporânea (Montpellier, 2003). José Frèches é director de uma galeria de arte e antiguidades em Gallargue-le-Montueux e membro do conselho artístico dos museus nacionais de França. A sua paixão por arte e antiguidades começou cedo e, dizem alguns, em Lisboa, onde fez a sua primeiríssima aquisição: uma pintura em tela de couro do século XVII. O Budismo apaixona-o e a nomeação para director do Museu Guimet incita-o a mergulhar nos textos de Buda. Move-o também uma imagem perturbante – quando sabemos que se trata de uma religião que professa a não-violência – a auto-imolação pelo fogo de monges vietnamitas em protesto contra a guerra. José Frèches, apresenta-nos agora a história de alguém cujo nome é universalmente célebre, mas que apesar de tudo permanece um desconhecido. Eu, Buda!

FONTE:

A Web

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