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A SEQUÊNCIA DE FIBONACCI


FIBONACCI

Individualidade – A marca de qualquer artista, designer ou arquitecto, cada um deseja para as suas criações a qualidade que os separa de todos os demais e os homens naturalmente têm essa individualidade nas suas impressões digitais, existem 6.5 biliões de pessoas sobre a Terra e nenhuma impressão digital é igual a outra, tudo em que tocamos ou entramos contacto é marcado com pequenas imagens impressas revelando para quem quer que seja quem esteve ali.

Por volta de 1200 d. C. um homem chamado Leonardo Pisano, também conhecido por Fibonacci, descobriu uma sequência de números que criou um padrão muito interessante, essa sequência começa com os números 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34… e segue em uma continuidade infinita. Cada número é obtido somando os dois últimos dígitos dessa sequência. Um rectângulo com dois números dessa sequência interligados forma aquilo que é conhecido como o Rectângulo de Ouro – um rectângulo perfeito.

RECTÂNGULO FIBONACCI

Um rectângulo de ouro pode ser dividido em quadrados do tamanho do próximo número da sequência fibonacci em cima e em baixo se quisesse-mos conseguir um rectângulo perfeito ou de Ouro, dividindo-o  em pequenos quadrados, baseando-se na sequência fibonacci e dividindo cada um com um arco, o padrão começa a tomar forma veremos formar-se a espiral de fibonacci.

A espiral em si mesma é insignificante o que importa é saber onde é que nós a encontramos.

GIRASOL

Pegamos, por exemplo, os girassóis, a formação de seus flósculos estão em perfeitas espirais de 55, 34 e 21, da sequência de fibonacci os frutilhos (bagas) do abacaxi (ananás) formam a mesma espiral da sequência, tal qual as corrente que se movem no oceano e as pequenas ondas na praia e as ondas da maré curvam-se nima espiral que pode ser identificada nos pontos do diagrama matemático: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21,34. Os Ramos das árvores, as bolachas-do-mar, a estrela do mar, as pétalas das flores e especialmente as conchas náutilos são formadas exactamente por esse mesmo plano.

CONCHA NAUTILUS

O náutilos acrescenta a si mesmo em cada do crescimento da sua concha, mais um número da escala fibonacci esse plano pode ser visto á nossa volta em escalas menores a cada dia, mas o maior exemplo de todos está justamente bem em cima de nossas cabeças atravessando uma média de 100 mil anos-luz, até mesmo nas espirais das galáxias acima de nós são formadas, como o mesmo design que as pequenas conchas são formadas, essa sequência ou plano parece ser a marca de um Designer a prova de um Criador algo deixado para trás no jogo de quem esteve ali, uma impressão digital. E enquanto scaneamos o universo desde a pequena flor até a todas as espirais das galáxias nós vemos a impressão digital de Deus e somos obrigados a  perguntar-nos: QUEM É DEUS?

SEQUÊNCIA FEBONACCI

Michael de Nostradamus


Médico do século XVI, Michel de Nostradame nasceu a 14 de Dezembro de 1503, em Saint Remy, na França, no seio de uma família judia.


Graças aos ensinamentos dos seus avôs, quando Michel foi para a escola, em Avignon, aprender filosofia, gramática e retórica, já tinha conhecimentos profundos de literatura clássica, história, medicina, astrologia (que na altura era considerada uma ciência legítima) e medicina natural.


Nostradamus (versão do seu nome em Latim) tornou-se conhecido pelo tratamento que concebeu para combater a Peste Negra, que deflagrou na Europa durante o século XVI. A cura utilizada por Michel de Nostradame consistia na limpeza do corpo e administração de vitamina C aos seus pacientes. Sempre que entrava numa localidade para dar consultas, o médico pedia que fossem retirados das ruas todos os corpos que lá se encontravam abandonados.


Em 1537 a peste chegou a Agen, onde Nostradamus vivia com a família. Ocupado com a cura da população, não conseguiu salvar a mulher e os dois filhos. Começou a questionar as suas capacidades enquanto médico e, desapontado, viajou pela Europa sem destino durante seis anos. Foi nessa altura que Nostradamus se apercebeu dos seus poderes proféticos.


Dez anos depois da morte da sua família, Michel de Nostradame mudou-se para Salon, onde voltou a casar. Na sua casa montou um estúdio privado, onde instalou um astrolábio, espelhos “mágicos”, um tripé e um recipiente de vidro de forma redonda, que ele desenhou a partir dos modelos usados nos oráculos.


À noite Nostradamus retirava-se para o estúdio, onde fazia experiências com ervas pungentes. Durante alguns anos o médico optou por não divulgar as suas descobertas científicas.


Em 1550 publicou o primeiro almanaque de profecias, Quadras um conjunto de doze quadras com profecias genéricas para cada altura do ano que se aproximava. As críticas favoráveis encorajaram Nostradamus a continuar.


O seu trabalho mais conhecido, As Centúrias, foi iniciado em 1554. A primeira centúria foi publicada em Lyon, em 1555. As restantes publicaram-se nesse mesmo ano, sendo finalizadas em 1558, mas Michel de Nostradame decidiu não as distribuir em grande número. As Centúrias foram impressas por mais de 400 anos.


No seu tempo, bem como actualmente, as quadras proféticas tiveram várias interpretações. As combinações de francês com o provençal, o grego, o latim e o italiano escritas como enigmas, anagramas e epigramas são complexas e exigem que o potencial intérprete tenha conhecimentos de vários campos temáticos.


Algumas quadras de Nostradamus podem encontrar significações em diversas épocas, mas as que lhe deram a fama de ser um dos maiores profetas foram as quadras precisas. À excepção das profecias que se concretizaram no tempo de Nostradamus, é difícil poder dar uma interpretação exacta das previsões que o profeta fez e que ainda não se cumpriram.


Apesar de nos últimos anos da sua vida Michel de Nostradame ter sofrido de artrite e de gota, parentes e amigos seus afirmaram que o médico sempre se manteve alerta às profecias.


Um dos factos que admirou grande número de pessoas foi a previsão que Nostradamus fez da sua própria morte.
Nostradamus morreu na madrugada do dia 1 de Julho de 1566. O seu epitáfio é uma exaltação ao seu carácter profético.

EGAS MONIZ (médico)


Egas Moniz

Neurologista português, nasceu em 1874, em Avanca, Estarreja, e morreu em 1955, em Lisboa. Formou-se em Medicina na Universidade de Coimbra em 1898, na qual foi nomeado professor em 1902. A partir de 1911 e até 1944 passou a ocupar a recém-criada cadeira de Neurologia da Faculdade de Medicina de Lisboa, onde foi o primeiro professor. Em 1927 efectuou a primeira angiografia cerebral no homem. Este novo processo permitiu obter em películas radiográficas a imagem dos vasos sanguíneos intracranianos e constituiu o maior progresso da cirurgia cerebral dos últimos 50 anos. Egas Moniz levou à criação da cirurgia vascular no encéfalo e trouxe uma contribuição fundamental para os diagnósticos dos tumores cerebrais. Nos traumatismos cranianos também o método do neurologista português se revelou importante porque indica com segurança a presença de hematomas. Em 1935 concebeu uma nova forma de intervenção cirúrgica cerebral, a leucotomia pré-frontal, muito utilizada no tratamento de certas psicoses graves, o que lhe valeu o Prémio Nobel da Medicina em 1949, partilhado por W. R. Hess. Egas Moniz abriu caminho ao estudo da fisiologia do sistema nervoso central. Publicou uma extensa autobiografia da qual se destacam: Confidências de um Investigador Científico (1949) e A Nossa Casa (1950). Egas Moniz também se dedicou à política, tendo ocupado o cargo de Ministro dos Negócios Estrangeiros. A sua actividade política decorreu no período entre 1903 e 1917.

A PSICANÁLISE


Sigmund Freud

A psicanálise, disciplina fundada pelo neurologista austríaco Sigmund Freud, é uma ciência que tem como objecto o inconsciente (tudo aquilo que está fora do alcance da consciência), isto é, procura as raízes do comportamento humano nas motivações e nos conflitos inconscientes.


É na interpretação do inconsciente que reside o trabalho do psicoterapeuta. Este realiza tal interpretação (análise psíquica) a partir de uma análise dos sonhos, dos actos falhados (lapsos ou falhas da linguagem que traduzem desejos inconscientes), dos sintomas que os doentes apresentam e da forma como as pessoas livremente fazem a associação de ideias (falarem livremente sobre o que lhes ocorre, mas que está a ser analisado pelo psicoterapeuta).


Théodore Ribot, Pierre Janet e Jean-Martin Charcot foram os primeiros a verificar a existência da actividade psíquica inconsciente mas, no entanto, foi Freud que conseguiu ser o primeiro a fazer a demonstração da existência da actividade psíquica inconsciente e a formular as leis do dinamismo inconsciente. Ao estudar os casos de histeria, concluiu que determinados factos passados na infância ficavam gravados no psiquismo e que, ao trazer tais factos ligados a vivências traumatizantes para a vida consciente, as manifestações de histeria desapareciam.


O seu ponto de partida foi com o conceito da libido (considerada uma energia, instinto, de natureza sexual) e com a estipulação do princípio do prazer e do princípio da realidade que regem a nossa vida psíquica. O primeiro, que governa o inconsciente, explica que o homem age procurando o prazer, satisfazendo os desejos e evitando a dor. O segundo explica que a vida em sociedade não se rege por esses princípios, tendo o homem que tomar consciência e conformar-se com as exigências do meio ambiente.


Freud idealizou duas teorias, que explicariam a composição do psiquismo humano. Na primeira tópica, estipulou que o nosso aparelho psíquico é constituído pelo inconsciente (zona dos desejos e impulsos de natureza sexual), pelo subconsciente (zona intermédia entre o consciente e o inconsciente) e pelo consciente (zona da razão e do contacto com o mundo exterior). Numa segunda teoria apresenta os conceitos do Id (campo de natureza primitiva e instintiva), do Ego (parte que contacta com a realidade) e do Superego (actua como um “juiz” das nossas actividades e pensamentos).


O “pai” da psicanálise desenvolveu um modelo de estádios pelos quais todos os seres humanos passam. Este modelo apresenta seis fases de desenvolvimento baseadas em formas de gratificação e localizadas em diferentes áreas físicas (zona erógena – região do corpo que, quando estimulada, dá lugar a uma sensação sexual); que ocorrem desde o nascimento ao estado adulto.
A primeira fase (a oral) inicia-se com o nascimento e é caracterizada por as necessidades e as gratificações estarem centradas na zona da boca.


A fase anal, ocorre entre os dois e os quatro anos, porque a criança passa a ter prazer com a expulsão ou retenção das fezes.
A fase fálica inicia-se a partir dos três anos e termina por volta dos cinco, seis anos. As crianças centram o seu prazer na estimulação das zonas genitais do seu corpo. Posteriormente, ao longo desta fase, aparecem os famosos complexo de Édipo e complexo de Electra. Acredita-se que todas as crianças, nesta altura, sentem o desejo de possuir o elemento do sexo oposto e, simultaneamente, o desejo de eliminar o rival do mesmo sexo.


A etapa seguinte é a do período de lactência que ocorre entre os cinco, seis anos até à puberdade (período da maturação total dos órgãos sexuais).


A quinta etapa é a fase genital ou, por outras palavras, da puberdade e da adolescência.


As etapas ou fases do desenvolvimento terminam no período adulto. O jovem torna-se afectivamente e economicamente independente.


Alguns defensores deste modelo terapêutico, partindo das doutrinas de Freud, delas discordaram em alguns dos seus pressupostos, formando outros modelos com base na psicanálise.

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